O PACTO DE DEUS
Comentário sobre o capítulo 7 da Confissão Londrina de 1689 conforme publicado no site bomcaminho.com
A queda de Adão fez com que o homem se tornasse um ser não somente mortal, mas também morto espiritualmente. Isso aconteceu devido ao rompimento da sua comunhão com o criador. O homem tem um vazio dentro de si que só pode ser preenchido por Deus, como disse Agostinho. Quebrada a comunhão com Deus o homem perde a sua finalidade, a sua razão de ser.
Deus tinha um problema nas mãos. Satanás e seus anjos caídos e todas as outras criaturas existentes no Universo ficaram na expectativa de ver se Deus seria realmente justo e mataria Adão e seus descendentes. O que o maligno não esperava, era que Deus tinha um plano para salvar da morte um povo muito grande, selecionado por Ele mesmo para viver consigo eternamente em total santidade.
Ele havia firmado um pacto nos tempos eternos entre as três pessoas da divindade e escolhido um a um, cada membro do seu povo. Estes seriam, no devido tempo, alcançados pelo Espírito e sobre eles seria posta a graça substitutiva do sacrifício de Cristo. O Pai escolheu, o Filho pagou o preço e o Espírito alcança os eleitos. Esta foi a aliança firmada entre Eles desde os tempos eternos. Esta é a bendita salvação que está sobre nós.
Só assim, o homem poderia voltar à vida. Este é o Evangelho: o maravilhoso pacto de Deus para que o homem pudesse ser salvo somente pela graça sem a participação dele mesmo. Essa foi, e é, a sua única chance.
A queda de Adão fez com que o homem se tornasse um ser não somente mortal, mas também morto espiritualmente. Isso aconteceu devido ao rompimento da sua comunhão com o criador. O homem tem um vazio dentro de si que só pode ser preenchido por Deus, como disse Agostinho. Quebrada a comunhão com Deus o homem perde a sua finalidade, a sua razão de ser.
Deus tinha um problema nas mãos. Satanás e seus anjos caídos e todas as outras criaturas existentes no Universo ficaram na expectativa de ver se Deus seria realmente justo e mataria Adão e seus descendentes. O que o maligno não esperava, era que Deus tinha um plano para salvar da morte um povo muito grande, selecionado por Ele mesmo para viver consigo eternamente em total santidade.
Ele havia firmado um pacto nos tempos eternos entre as três pessoas da divindade e escolhido um a um, cada membro do seu povo. Estes seriam, no devido tempo, alcançados pelo Espírito e sobre eles seria posta a graça substitutiva do sacrifício de Cristo. O Pai escolheu, o Filho pagou o preço e o Espírito alcança os eleitos. Esta foi a aliança firmada entre Eles desde os tempos eternos. Esta é a bendita salvação que está sobre nós.
Só assim, o homem poderia voltar à vida. Este é o Evangelho: o maravilhoso pacto de Deus para que o homem pudesse ser salvo somente pela graça sem a participação dele mesmo. Essa foi, e é, a sua única chance.



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