O DECRETO DE DEUS: UMA PEDRA DE TROPEÇO
Este comentário refere-se ao capítulo 3 da Confissão de Fé Batista de 1689 conforme publicado no site Bom Caminho.
Neste capítulo já é colocada a base das doutrinas da graça que fazem da Confissão Londrina de 1689 uma confissão marcadamente reformada. As verdades levantadas aqui sobre o decreto de Deus anterior à Criação definem a necessidade de doutrinas como a predestinação e a eleição. Há um fluxo lógico nessas doutrinas - uma verdade chama a outra.
Aqui podemos ver afirmadas, dentre outras, as seguintes verdades:
- Deus decretou tudo que aconteceria no tempo desde a eternidade.
- Isso foi feito sem que Deus se tornasse autor do pecado e do mal e sem forçar a livre vontade das criaturas.
- Deus sabe tudo o que vai acontecer, mas ele jamais "determinou porque sabia" como dizem os arminianos.
- No decreto alguns homens e anjos foram escolhidos (predestinados) para a vida eterna em Cristo Jesus e os demais foram mantidos em seu pecado e condenação. Isso foi feito para manifestação da glória de Deus.
- No decreto está tudo detalhado, de forma que os homens e anjos predestinados têm seus nomes e o número deles muito bem definido e imutável.
- A escolha é totalmente independente de qualquer critério ou característica encontrada na criatura. A escolha de Deus é soberana e motivada exclusivamente pela livre graça e amor do Senhor.
- Só os eleitos são alcançados pela salvação. Ninguém mais. Mas isso é feito através de meios também determinados por Deus.
- A doutrina da predestinação deve ser olhada com especial reverência e cuidado. Há necessidade de cada cristão confirmar a sua vocação e eleição de forma que o louvor a Deus e a humildade estejam claramente presentes.
- Essa doutrina é considerada um mistério e como tal não pode ser totalmente compreendida pelo frágil intelecto humano.
O texto bíblico é claro demais para que Deus seja diminuído só porque os homens ficam ofendidos com o Seu caráter soberano. A posição é muito simples: ou se crê na plena inspiração da Bíblia ou se refuta essa doutrina do decreto de Deus. As duas coisas não são possíveis. Quem refuta essa doutrina e ao mesmo tempo diz crer na plena inspiração das Escrituras está totalmente equivocado. Ou mal intencionado...
Neste capítulo já é colocada a base das doutrinas da graça que fazem da Confissão Londrina de 1689 uma confissão marcadamente reformada. As verdades levantadas aqui sobre o decreto de Deus anterior à Criação definem a necessidade de doutrinas como a predestinação e a eleição. Há um fluxo lógico nessas doutrinas - uma verdade chama a outra.
Aqui podemos ver afirmadas, dentre outras, as seguintes verdades:
- Deus decretou tudo que aconteceria no tempo desde a eternidade.
- Isso foi feito sem que Deus se tornasse autor do pecado e do mal e sem forçar a livre vontade das criaturas.
- Deus sabe tudo o que vai acontecer, mas ele jamais "determinou porque sabia" como dizem os arminianos.
- No decreto alguns homens e anjos foram escolhidos (predestinados) para a vida eterna em Cristo Jesus e os demais foram mantidos em seu pecado e condenação. Isso foi feito para manifestação da glória de Deus.
- No decreto está tudo detalhado, de forma que os homens e anjos predestinados têm seus nomes e o número deles muito bem definido e imutável.
- A escolha é totalmente independente de qualquer critério ou característica encontrada na criatura. A escolha de Deus é soberana e motivada exclusivamente pela livre graça e amor do Senhor.
- Só os eleitos são alcançados pela salvação. Ninguém mais. Mas isso é feito através de meios também determinados por Deus.
- A doutrina da predestinação deve ser olhada com especial reverência e cuidado. Há necessidade de cada cristão confirmar a sua vocação e eleição de forma que o louvor a Deus e a humildade estejam claramente presentes.
- Essa doutrina é considerada um mistério e como tal não pode ser totalmente compreendida pelo frágil intelecto humano.
O texto bíblico é claro demais para que Deus seja diminuído só porque os homens ficam ofendidos com o Seu caráter soberano. A posição é muito simples: ou se crê na plena inspiração da Bíblia ou se refuta essa doutrina do decreto de Deus. As duas coisas não são possíveis. Quem refuta essa doutrina e ao mesmo tempo diz crer na plena inspiração das Escrituras está totalmente equivocado. Ou mal intencionado...



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